{"id":964,"date":"2019-12-26T14:36:49","date_gmt":"2019-12-26T16:36:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.encontrabelem.com.br\/sobre\/?p=964"},"modified":"2023-11-13T11:17:02","modified_gmt":"2023-11-13T14:17:02","slug":"museu-paraense-emilio-goeldi-belem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.encontrabelem.com.br\/sobre\/museu-paraense-emilio-goeldi-belem","title":{"rendered":"Museu Paraense Emilio Goeldi Bel\u00e9m"},"content":{"rendered":"<div class=\"b22802487b0d38c4c6d9f34966e16421\" data-index=\"1\" style=\"float: none; margin:0px;\">\n<!-- Anuncio display - global -->\r\n<ins class=\"adsbygoogle\"\r\n     style=\"display:block\"\r\n     data-ad-client=\"ca-pub-8585364105181520\"\r\n     data-ad-slot=\"8789329856\"\r\n     data-ad-format=\"auto\"\r\n     data-full-width-responsive=\"true\"><\/ins>\r\n<script>\r\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\r\n<\/script>\n<\/div>\n<p>O <strong>Museu Paraense Em\u00edlio Goeldi Bel\u00e9m<\/strong> (inicialmente denominado Associa\u00e7\u00e3o Philom\u00e1tica) popularmente conhecido como Museu Goeldi, \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o p\u00fablica fundada em 1866, vinculada ao Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia e Tecnologia do Governo Federal, localizada no municipio brasileiro de Bel\u00e9m, capital do estado do Par\u00e1.<\/p>\n<p>Foi vinculada ao Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o, devido possuir acervos de conhecimentos nas \u00e1reas de ci\u00eancias naturais e humanas relacionados \u00e0 Amaz\u00f4nia, al\u00e9m de promover pesquisas e estudos cient\u00edficos dos sistemas naturais e culturais da regi\u00e3o.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-965 size-full\" title=\"Museu Paraense Emilio Goeldi Bel\u00e9m\" src=\"http:\/\/www.encontrabelem.com.br\/sobre\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/museu-paraense.gif\" alt=\"Museu Paraense Emilio Goeldi Bel\u00e9m\" width=\"680\" height=\"189\" \/><\/p>\n<p>\u00c9 a mais antiga institui\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o amaz\u00f4nica e reconhecido mundialmente como uma das importantes institui\u00e7\u00f5es de investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica sobre a Amaz\u00f4nia brasileira.<\/p>\n<h2>Museu Paraense Em\u00edlio Goeldi\u00a0Bel\u00e9m Hist\u00f3ria<\/h2>\n<p>O s\u00e9culo XIX foi o auge das expedi\u00e7\u00f5es naturalistas \u00e0 Amaz\u00f4nia e, com a chegada \u00e0 regi\u00e3o viajantes ingleses, alem\u00e3es, franceses, italianos, estadunidenses e russos. Em 1808, a abertura dos portos tornou o Brasil mais acess\u00edvel aos naturalistas e artistas, que vieram com grande entusiasmo estudar e retratar a natureza amaz\u00f4nica.\u00a0Em 1866, houve na cidade de Bel\u00e9m a funda\u00e7\u00e3o da &#8220;Associa\u00e7\u00e3o Philom\u00e1tica&#8221;, sob a presid\u00eancia de Domingos Soares Ferreira Penna (n\u00facleo do futuro museu).<\/p>\n<p><strong>Museu Paraense<\/strong><br \/>\nA urbaniza\u00e7\u00e3o e o crescimento da cidade, transformou-a em metr\u00f3pole, onde um dos marcos desta mudan\u00e7a ocorreu em 25 de mar\u00e7o de de 1871, quando o Governo do Estado do Par\u00e1 instalou, oficialmente, o Museu Paraense, e Domingos Soares Ferreira Penna designado seu primeiro diretor. Inicialmente, sua instala\u00e7\u00e3o foi prec\u00e1ria, com reduzida equipe t\u00e9cnica e falta de apoio \u00e0s pesquisas, levando as cole\u00e7\u00f5es existentes a se perderem com as m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es de conserva\u00e7\u00e3o. Assim, a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica praticamente resumiu-se aos pr\u00f3prios trabalhos do presidente da institui\u00e7\u00e3o, sobre Geografia, Arqueologia e outros assuntos. Em 1889, com a morte do naturalista o museu foi sub-utilizado e em seguida fechado.<\/p>\n<p>Influenciados pela filosofia do Positivismo, os pol\u00edticos Justo Chermont, Jos\u00e9 Ver\u00edssimo e Lauro Sodr\u00e9 reabriram o Museu Paraense, pois perceberam a import\u00e2ncia que o local tinha para a cultura da regi\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Naturalista Emilio Goeldi<\/strong><br \/>\nEm 1893, o governador Lauro Sodr\u00e9 recrutou da cidade do Rio de Janeiro o naturalista su\u00ed\u00e7o, Em\u00edlio Goeldi (\u00c9mil August Goeldi), demitido do Museu Nacional por quest\u00f5es pol\u00edticas ap\u00f3s a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica.<\/p>\n<p>O zo\u00f3logo assumiu a dire\u00e7\u00e3o do Museu com a miss\u00e3o de transform\u00e1-lo em um grande centro de pesquisa sobre a regi\u00e3o amaz\u00f4nida. Sua estrutura foi modificada para enquadr\u00e1-lo aos padr\u00f5es dos museus de hist\u00f3ria, sendo contratada uma produtiva equipe de cientistas e t\u00e9cnicos. Em 1895, criava-se o Parque Zoobot\u00e2nico, mostra da fauna e flora regionais para educa\u00e7\u00e3o e lazer da popula\u00e7\u00e3o. Em 1896, come\u00e7ou a publica\u00e7\u00e3o do Boletim Cient\u00edfico. Grande parte da Amaz\u00f4nia foi visitada, realizando-se intensivas coletas para formar as primeiras cole\u00e7\u00f5es zool\u00f3gicas, bot\u00e2nicas, geol\u00f3gicas e etnogr\u00e1ficas. Goeldi contratou o excelente pintor e profundo conhecedor do ambiente amaz\u00f4nico, Ernesto Lohse, que ilustrou o livro \u201c\u00c1lbum de Aves Amaz\u00f4nicas\u201d (Lohse viria a ser morto, durante a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930, \u00e0 porta do Museu).<\/p>\n<p><strong>Consolida\u00e7\u00e3o das fronteiras e do Museu<\/strong><br \/>\nNa virada do s\u00e9culo, o Brasil consolidava suas fronteiras e nessa ocasi\u00e3o, os limites entre Brasil e Fran\u00e7a, no norte do Par\u00e1, estavam sendo questionados por ambos os pa\u00edses. As pesquisas que o Museu Paraense iniciava na regi\u00e3o, levantando dados sobre a geologia, a geografia, a fauna, a flora, a arqueologia e a popula\u00e7\u00e3o, foram decisivas para municiar a defesa dos interesses brasileiros, representados pelo Bar\u00e3o do Rio Branco. Em dezembro de 1900, com interm\u00e9dio de laudo de Berna, na Su\u00ed\u00e7a, sede do julgamento internacional, o Amap\u00e1 foi definitivamente incorporado ao territ\u00f3rio do Brasil. Em homenagem a Em\u00edlio Goeldi, o governador Paes de Carvalho alterou a denomina\u00e7\u00e3o do Museu Paraense, que passou a se chamar Museu Goeldi.<\/p>\n<p><strong>Luta contra Febre Amarela<\/strong><br \/>\nDesde 1850, a Febre Amarela causava muitas mortes em Bel\u00e9m e dentre suas v\u00edtimas, inclu\u00edram-se dois pesquisadores rec\u00e9m-chegados da Europa para trabalhar na Se\u00e7\u00e3o de Geologia do Museu Paraense. Em\u00edlio Goeldi decidiu, ent\u00e3o, incorporar-se \u00e0 luta contra a doen\u00e7a, procurando identificar as principais esp\u00e9cies de mosquitos da Amaz\u00f4nia, bem como o ciclo reprodutivo desses insetos. As pesquisas intensificaram-se a partir de 1902, quando Goeldi publicou, no Di\u00e1rio Oficial, um trabalho sobre profilaxia e combate \u00e0 Febre Amarela, Mal\u00e1ria e Filariose, antecedendo as recomenda\u00e7\u00f5es que o m\u00e9dico Oswaldo Cruz faria quando esteve em Bel\u00e9m, em 1910.<\/p>\n<p><strong>Reconhecimento internacional<\/strong><br \/>\nDurante a gest\u00e3o Goeldi, o Museu ganhou respeito internacional, sendo desenvolvidas pesquisas geogr\u00e1ficas, geol\u00f3gicas, climatol\u00f3gicas, agr\u00edcolas, faun\u00edsticas, flor\u00edsticas, arqueol\u00f3gicas, etnol\u00f3gicas e museol\u00f3gicas. O papel educacional do museu foi refor\u00e7ado com o parque zoobot\u00e2nico, publica\u00e7\u00f5es, confer\u00eancias e exposi\u00e7\u00f5es. Em 1907, ap\u00f3s 13 anos de atividades incessantes em Bel\u00e9m, Em\u00edlio Goeldi retirou-se, doente, para a Su\u00ed\u00e7a, onde veio a falecer em 1917 e seu conterr\u00e2neo, o bot\u00e2nico Jacques Huber, assumiu a dire\u00e7\u00e3o do Museu Goeldi, juntamente com o amigo marinheiro Nabor da Gama Junior.<\/p>\n<h3>Museu Paraense Emilio Goeldi\u00a0Bel\u00e9m\u00a0Centro de Refer\u00eancia<\/h3>\n<p>A Revolu\u00e7\u00e3o de 1930 e o per\u00edodo posterior, marcado pela ditadura de Get\u00falio Vargas, foi o in\u00edcio da transforma\u00e7\u00e3o pela qual o Estado brasileiro passaria e as velhas oligarquias agr\u00e1rias estavam sendo substitu\u00eddas por uma nova classe, representante do poder industrial. No Par\u00e1, o interventor Joaquim de Magalh\u00e3es Barata nomeou o pernambucano Carlos Estev\u00e3o de Oliveira para a dire\u00e7\u00e3o do Museu Goeldi. De acordo com a ideologia do novo regime, caracterizada pelo populismo e pelo nacionalismo, foram recuperadas as depend\u00eancias do Parque Zoobot\u00e2nico (principal \u00e1rea de lazer da popula\u00e7\u00e3o) e alterou-se novamente o nome da institui\u00e7\u00e3o, para Museu Paraense Em\u00edlio Goeldi.<\/p>\n<p>A partir de 1931, atrav\u00e9s de investimentos regulares, o Parque Zoobot\u00e2nico tornou-se reconhecido nacionalmente, chegando a abrigar 2.000 exemplares de animais vertebrados e centenas de esp\u00e9cies da regi\u00e3o, muitas das quais raras ou pouco conhecidas. Esse reconhecimento foi poss\u00edvel gra\u00e7as \u00e0 subven\u00e7\u00e3o que o Governo Estadual imp\u00f4s \u00e0s prefeituras do interior, obrigando-as a remeter mensalmente animais e parte de sua arrecada\u00e7\u00e3o ao Museu Goeldi. Muitas esp\u00e9cies foram reproduzidas em cativeiro com sucesso, em especial r\u00e9pteis e peixes. Somente nos tr\u00eas primeiros anos de coletas sistem\u00e1ticas, foram descritas cinco novas esp\u00e9cies de peixes, inclusive um g\u00eanero novo.<\/p>\n<p>No in\u00edcio dos anos de 1950, durante o governo do presidente Eurico Gaspar Dutra, o museu foi vinculado ao rec\u00e9m-criado Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq), juntamente com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia (INPA), instalado em Manaus. No dia 7 de dezembro de 1954, Jos\u00e9 Olympio da Fonseca, diretor do INPA, firmou com o governador do Par\u00e1, General Zacarias de Assun\u00e7\u00e3o, um Termo de Acordo pelo qual o Museu Goeldi seria administrado e recuperado pelo INPA, durante 20 anos. Com essa medida, o Museu Goeldi p\u00f4de, mesmo com dificuldades, intensificar suas pesquisas cient\u00edficas.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1970, a limita\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o do Parque Zoobot\u00e2nico, impedia o crescimento do Museu Goeldi e esse foi o principal motivo para a instala\u00e7\u00e3o de um campus de pesquisa, na periferia da cidade, para onde viriam a ser transferidos os departamentos de pesquisa, biblioteca e administra\u00e7\u00e3o e o campus de pesquisa j\u00e1 \u00e9 o local principal da realiza\u00e7\u00e3o dos experimentos cient\u00edficos e da guarda das cole\u00e7\u00f5es do museu. O Parque Zoobot\u00e2nico permanece como uma mostra viva da natureza amaz\u00f4nica e ponto de refer\u00eancia para o programa de educa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica do Museu Goeldi.<\/p>\n<h3>Museu Paraense Emilio Goeldi\u00a0Bel\u00e9m\u00a0Bases F\u00edsicas<\/h3>\n<p>Atualmente, o Museu possui tr\u00eas bases f\u00edsicas. A mais antiga foi instalada em 1895 numa \u00e1rea de 5,2 ha, atualmente conhecida como Parque Zoobot\u00e2nico. Localizado no centro urbano de Bel\u00e9m, nele se encontram a Diretoria, as Coordena\u00e7\u00f5es de Administra\u00e7\u00e3o e Museologia, a Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o Social e a Editora do Museu. O Parque \u00e9, atualmente, uma das principais \u00e1reas de lazer da popula\u00e7\u00e3o de Bel\u00e9m, al\u00e9m de ser utilizado como instrumento de educa\u00e7\u00e3o ambiental e cient\u00edfica, possuindo cerca de 2.000 \u00e1rvores nativas da regi\u00e3o, como sama\u00fama, acapu e cedro, e 600 animais, muitos deles amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o, como o peixe-boi, a arara-azul, o pirarucu e a on\u00e7a pintada. Possui ainda, um aqu\u00e1rio com uma mostra de peixes e ambientes aqu\u00e1ticos amaz\u00f4nicos e al\u00e9m disso, mant\u00e9m uma exposi\u00e7\u00e3o permanente sobre a obra de Em\u00edlio Goeldi e as primeiras cole\u00e7\u00f5es formadas pelo naturalista. O Parque recebe mais de 400 mil visitantes anualmente, entre moradores de Bel\u00e9m e turistas.<\/p>\n<p>Em 1980, inaugurou-se, nas imedia\u00e7\u00f5es da cidade, um Campus de Pesquisa com 12 ha, para onde foram transferidas as coordena\u00e7\u00f5es cient\u00edficas (Bot\u00e2nica, Zoologia, Ci\u00eancias Humanas, Ci\u00eancias da Terra e Ecologia), a Biblioteca Domingos Soares Ferreira Penna, o Arquivo Guilherme de La Penha, o Horto Bot\u00e2nico Jacques Huber e v\u00e1rios laborat\u00f3rios institucionais.<\/p>\n<p>A mais recente base f\u00edsica, a Esta\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica Ferreira Penna (ECFP), foi inaugurada em 1993, em 33.000 ha da Floresta Nacional de Caxiuan\u00e3, munic\u00edpio de Melga\u00e7o, a aproximadamente 400 km de Bel\u00e9m. A \u00e1rea foi cedida pelo IBAMA e a base foi constru\u00edda com recursos da Overseas Development Administration (ODA), atual DFID\/Reino Unido). A ECFP destina-se \u00e0 execu\u00e7\u00e3o de programas de pesquisa e a\u00e7\u00f5es de desenvolvimento comunit\u00e1rio nas diversas \u00e1reas do conhecimento (h\u00e1 aproximadamente 200 fam\u00edlias vivendo no interior da floresta e arredores), possuindo excelente infra-estrutura para o desenvolvimento de pesquisas em ambientes de floresta prim\u00e1ria, sendo muito visitada por cientistas de institui\u00e7\u00f5es nacionais e estrangeiras.\u00a0Desde o ano 2000, o Museu Paraense Em\u00edlio Goeldi saiu do \u00e2mbito do CNPq, ficando subordinado, diretamente, ao Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia e Tecnologia do Brasil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Hor\u00e1rio de Funcionamento Museu Paraense Emilio Goeldi em Bel\u00e9m<\/h3>\n<ul>\n<li>Ter\u00e7a a Domingo das 09h \u00e0s 16h15<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Onde Fica, Endere\u00e7o e Telefone Museu Paraense Emilio Goeldi em Bel\u00e9m<\/h3>\n<ul>\n<li>Av. Gov Magalh\u00e3es Barata, 376 &#8211; S\u00e3o Br\u00e1s\u00a0&#8211; Bel\u00e9m &#8211; PA<\/li>\n<li>Telefone: (91) 3274-2105<\/li>\n<\/ul>\n<h4>Outras informa\u00e7\u00f5es e site<\/h4>\n<ul>\n<li>Mais informa\u00e7\u00f5es:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.museu-goeldi.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.museu-goeldi.br<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<h4>Mapa de localiza\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<a class=\"wp-colorbox-iframe\" href=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/embed?pb=!1m14!1m8!1m3!1d15954.14009770008!2d-48.4759162!3d-1.4532359!3m2!1i1024!2i768!4f13.1!3m3!1m2!1s0x00xffda29961396ec75!2sMuseuParaenseEmlioGoeldi!5e0!3m2!1spt-BR!2sbr!4v1577377966342!5m2!1spt-BR!2sbr\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.encontrabelem.com.br\/imgs\/maps-post.png\"><\/a>\n\n<div style=\"font-size: 0px; height: 0px; line-height: 0px; margin: 0; padding: 0; clear: both;\"><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Museu Paraense Em\u00edlio Goeldi Bel\u00e9m (inicialmente denominado Associa\u00e7\u00e3o Philom\u00e1tica) popularmente conhecido como Museu Goeldi, \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o p\u00fablica fundada em 1866, vinculada ao Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia e Tecnologia do Governo Federal, localizada no municipio brasileiro de Bel\u00e9m, capital do estado do Par\u00e1. Foi vinculada ao Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o, devido possuir acervos de conhecimentos nas \u00e1reas de ci\u00eancias naturais e humanas relacionados \u00e0 Amaz\u00f4nia, al\u00e9m de promover pesquisas e estudos cient\u00edficos dos sistemas naturais e culturais da regi\u00e3o. \u00c9 a mais antiga institui\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o amaz\u00f4nica e reconhecido mundialmente como uma das importantes institui\u00e7\u00f5es de investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":965,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[27],"tags":[],"class_list":["post-964","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-lugares-em-belem","has_thumb"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.encontrabelem.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/964","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.encontrabelem.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.encontrabelem.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrabelem.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrabelem.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=964"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.encontrabelem.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/964\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrabelem.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/media\/965"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.encontrabelem.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=964"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrabelem.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=964"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrabelem.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=964"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}